As 5 Principais Vantagens de Utilizar Lâmpadas LED

Lâmpadas-LED

As lâmpadas LED vieram para ficar. Se o seu objetivo é reduzir o consumo de energia elétrica, esta é uma excelente escolha para a sua iluminação.

Descubra as 5 principais vantagens de utilizar este tipo de lâmpadas:

Gastam menos eletricidade

As lâmpadas LED podem economizar 80% da energia, comparativamente às lâmpadas incandescentes – aquelas antigas, que já não se produzem na Europa. Esta é uma vantagem tanto para a sua conta bancária quando chega a fatura da eletricidade, como também para ajudar o ambiente.

As lâmpadas LED têm o mesmo fluxo luminoso que as lâmpadas de halogéneo, no entanto, consomem bastante menos eletricidade.

Segundo testes realizados em ambientes de utilização intensiva, o investimento que faz na compra de lâmpadas LED é recuperado em 18 meses –pense a longo prazo.

Duram mais tempo

As lâmpadas LED de qualidade duram entre 30 mil a 50 mil horas. Portanto, se as usar 6 horas por dia, podem durar 20 anos…ou mais.Existem já lâmpadas LED que anunciam durar até 40 anos.

As LED têm um tempo de vida útil muito superior ao das lâmpadas de halogéneo e também ao das fluorescentes compactas, que têm uma durabilidade de 6 a 15 mil horas. Nem há comparação possível com as lâmpadas incandescentes, que geralmente duram apenas um ano.

Mais rápidas e seguras

Quando acende lâmpadas LED a luz é produzida imediatamente, não tendo de esperar alguns minutos até que atinja a iluminação completa e consiga ver realmente bem. Pode ser especialmente útil para locais onde precisa de ter uma ótima luminosidade e onde pode não permanecer por muito tempo.

As lâmpadas LED também são mais seguras. Ao contrário das lâmpadas incandescentes, que se partem facilmente, as LED são baseadas em semicondutores, sendo resistentes ao choque.

Além disso, estas lâmpadas não libertam calor, porque 95%da energia fornecida às LED é usada na geração de luz. Esta é uma vantagem para quando não queremos sobre aquecer um local, e é particularmente útil no verão.

Mais ecológicas

As lâmpadas LED não contêm mercúrio, nem outras substâncias nocivas na sua construção, e são recicláveis.Além disso, têm uma baixa emissão de dióxido de carbono, que é uma ajuda muito importante para reduzir o efeito de estufa.

As lâmpadas LED não emitem infravermelhos nem ultravioletas, não consumindo o oxigénio do ambiente, nem degradando o ar que se respira num ambiente fechado. Isto também é importante para não danificar, por exemplo, paredes, quadros e plantas, com o passar do tempo.

Mais criativas

As características das lâmpadas LED permitem-lhe ajustar a iluminação de cada espaço, criando diferentes ambientes, e possibilitam regular a intensidade da luz.Existem lâmpadas em três tons de cor – branco frio, branco neutro e branco quente – e fitas LED em vermelho, verde e azul. Encontram-se disponíveis no mercado vários tipos de lâmpada, com diversos tipos de base – casquilho ou ligação.

O que é LED?

LED significa Light EmittingDiode – díodo emissor de luz.

Antigamente conhecíamos o LED como sendo um indicador de potência ou estado em aparelhos eletrónicos. A evolução tecnológica fez com que o pequeno ponto luminoso fosse ficando cada vez mais brilhante, passando a ter uma sensação luminosa idêntica às lâmpadas tradicionais. Agora considera-seque este será o método de iluminação mais utilizado do futuro.

Troque as suas lâmpadas!

Como se pode ver, são inúmeras as vantagens das lâmpadas LED e esta é a tecnologia mais eficiente de iluminação.A única desvantagem é o preço mais elevado em relação aos outros tipos de lâmpadas, contudo, a longo prazo compensa.

A EDP tem uma promoção em que pode trocar as suas lâmpadas de halogénio por lâmpadas LED por apenas 1€. Aproveite e reduza a sua fatura!

The Benefits of LED Lighting

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A Teoria do BigBang Explicada de Forma Simples

BigBang-Explicada

A teoria do BigBang é a principal teoria sobre a origem do Universo.  Segundo esta, o começo do Universo foi há cerca de 13,8 mil milhões de anos e deu-se a partir de um ponto denso e muito quente que se expandiu, e que com o tempo foi arrefecendo.Defende também que o Universo continua em expansão atualmente.

George Lemaître

Esta teoria foi elaborada pelo astrónomo belga George Lemaître (1894-1966) e proposta pela primeira vez em 1920 como a “hipótese do átomo primordial”. A teoria baseou-se nos estudos sobre a Teoria da Relatividade Geral, do físico alemão Albert Einstein (1879-1955), segundo a qual o espaço e o tempo são maleáveis e reagem à presença de matéria.

Mais tarde, essa teoria foi desenvolvida pelo físico russo George Gamov (1904-1968), sugerindo que a formação dos núcleos atômicos (nucleossíntese) nos primórdios do Universo deveria deixar como rasto uma radiação detetável, na faixa das micro-ondas.

A teoria do BigBang foi reforçada pelos estudos de Edwin Hubble (1889-1953) que defendem que as galáxias tendem a afastar-se em todas as direções. Nas suas observações, Hubble identificou que quanto mais distante a galáxia, maior é a velocidade com que ela se afasta – Lei de Hubble. Esta lei leva à conclusão de que, se o universo está em expansão, em algum momento do passado o seu tamanho era mínimo.

bigbang

Radiação cósmica e BigBang

Esta evidência, juntamente à descoberta acidental da radiação cósmica de fundo, em 1965, pelos físicos Penziase Wilson, reforçou a aceitação da teoria do átomo primordial. O afastamento das galáxias levou à hipótesede que o universo está em expansão, enquanto a deteção da radiação de fundo confirmou as previsões teóricas de Gamov, sugerindo que o Universo teve um início, no qual os núcleos atômicos foram criados em um dado momento pelo processo de nucleossíntese. Muitos cientistas investiram nesta teoria, que mais tarde foi chamada de teoria do BigBang.

No início…

Apesar do que o nome pode sugerir, o BigBang não foi realmente uma explosão, mas sim uma grande expansão, por razões desconhecidas, de um minúsculo ponto do espaço,designado de singularidade, com densidade e temperatura extremamente altas.

O período inflacionário

Durante o período inflacionário, quando o Universo tinha aproximadamente 10-35segundos de idade, o seu tamanho aumentouexponencialmente, multiplicando-se cerca de 90 vezes. Depois dessa rápida expansão, o Universo tornou-se mais frio e menos denso, surgindo nesta fase as forças básicas da natureza, assim como o tempo e o espaço.

O universo escuro

Nos primeiros minutos de vida do Universo apareceramos elementos mais leves da tabela periódica, Hidrogênio e Hélio, através da combinação de protões, originando os núcleos atômicos mais leves. Assim, foi libertada a radiação cósmica de fundo – um rasto de energia detetável, vindo de todas as direções do Universo. Durante os seus primeiros 300-400 mil anos de idade, o Universo era extremamente denso como uma forte névoa, então a luz não conseguia difundir-se.

O universo transparente

Com oUniverso a aumentar cada vez mais e a temperatura a diminuir, os eletrões livres uniram-se aos núcleos atômicos, originando os primeiros átomos neutros, no período chamado de “recombinação”. A luz começou a viajarmais facilmente pelo espaço e assim o Universo tornou-se cada vez mais transparente.

Choquede gravidade

Aproximadamente 200 milhões de anos desde o início do Universo, a sua composição era de aproximadamente 75% de Hidrogênio para 25% de gás Hélio. As forças gravitacionais começaram a juntar grandes quantidades de gás, e com o acumular de átomos em pequenos volumes e sob altas pressõese temperaturas, começoua fusão nuclear dos átomos de Hidrogênio, e assim nasceram as primeiras estrelas.

Criação das galáxias

Depois de 500 milhões de anos da expansão inicial do BigBang, a força da gravidade lentamente juntou aglomerados de estrelas e assim formaram-se as galáxias. Estas, em mútua atração, formaram os primeiros clusters, que, por sua vez, originaramos seus grupos locais.É estimado que o nosso Sistema Solar tenha nascido cerca de 9 mil milhões de anos depois do BigBang, tendo assim a idade de 4,6 mil milhões de anos.

Teoria inacabada

Apesar de a teoria do BigBang ser a mais aceite para a origem do Universo, não está acabada.Continuamente os astrónomos prosseguem as descobertas, ao mesmo tempo que os recursos tecnológicos disponíveis para as pesquisas vão evoluindo.

7 Factos Sobre o Aquecimento Global Que Deve Saber

Aquecimento-Global

Está na altura de pensarmos seriamente no aquecimento global e, mais importante, agirmos, todos os dias, contribuindo para salvar o nosso planeta. As mentalidades já começam a mudar, estamos a ficar mais conscientes e ecológicos, mas é preciso que as mudanças ocorram rapidamente, ou o mundo como o conhecemos pode ser destruído.

Saiba mais sobre o aquecimento global e ajude a salvar a Terra!

Emissões de dióxido de carbono na atmosfera

A principal causa do aquecimento global é a emissão de gases com efeito de estufa para a atmosfera, principalmente o dióxido de carbono, que forma uma manta que retém o calor na superfície da Terra.

Atividades humanas como a combustão de petróleo, carvão e gás natural (energias não-renováveis) e a desflorestação aumentaram a quantidade de dióxido de carbono em mais de um terço desde o início da Revolução Industrial, o que está a colocar o planeta em risco.

Os níveis de dióxido de carbono na Terra durante o século XX foram os mais altos desde há 650 mil anos.

A Terra cada vez mais quente

2016 foi o ano mais quente já registado, segundo análises de cientistas da NASA e daNOAA. Também foi o terceiro ano consecutivo a estabelecer um novo recorde para as temperaturas médias da superfície global.

Este fenómeno é parte de uma tendência de aquecimento a longo prazo. A temperatura média da superfície da Terra subiu cerca de 1,1ºC Celsius desde o final do século XIX, e é expectável que aumente ainda mais nos próximos cem anos.

Há 627 meses seguidos que as temperaturas estão a aumentar, principalmente nos últimos 35 anos.

O acordo de Paris

Foi implementado como uma resposta global colaborativa às mudanças climáticas, com o objetivo de reduzir as emissões. Assinado por 196 nações em 2015, este acordo visa manter o aumento da temperatura global apenas até 1,5 graus Celsius acima dos níveis pré-industriais. Isto só pode ser alcançado se os países cumprirem os seus compromissos de reduzir significativamente as emissões de gases de efeito estufa.

O presidente DonaldTrump decidiu mais tarde retirar os EUA do acordo, descrevendo o movimento como “uma reafirmação da soberania dos EUA”.

Gelo polar a desaparecer

O gelo do Ártico está a diminuir de uma forma assustadoramente rápida. Em 2017, o gelo do Ártico alcançou o recorde mínimo pela terceira vez consecutiva, de acordo com cientistas da NASA e do NationalSnowand Ice Data Center. Em 2018, o Ártico passou pelo inverno mais quente de sempre.

O lençol de gelo da Antártida pode contribuir para aumentar o nível do mar cerca de 20cm neste século, segundo estimado peloIntergovernmentalPanelonClimateChange(IPCC), mas poderão ser várias dezenas de centímetros a mais.

Clima desequilibrado

O aumento das temperaturas globais afeta a chuva em muitos lugares e aumenta as probabilidades de ocorrência de eventos climáticos extremos, como inundações, secas ou ondas de calor.Os desastres relacionados com o clima em todo o mundo mais do que triplicaram desde 1980.

Até 2100, os níveis médios de água do mar vão subir, inundar cidades e afetar milhões de pessoas, como em Xangai, na China, um caso muito preocupante.

Subida do nível do mar

Os oceanos do planeta estão a passar por grandes mudanças, tornando-se mais quentes e ácidos, os glaciares e os lençóis de gelo estão a derreter e os níveis do mar estão a subir.

O IPCC projeta um aumento no nível do mar de 52-98cm até o final deste século se as emissões de gases com efeito de estufa continuarem a crescer, ou de 28-61cm se estas forem significativamente reduzidas.

Impacto nas pessoas e animais

As pessoas já estão a sofrer as consequências da mudança climática. Cerca de 22,5 milhões de pessoas foram desalojadas por desastres climáticos ou relacionados com o clima entre 2008 e 2015, de acordo com a Agência de Refugiados da ONU.

Osrecursos naturais, como a água potável, possivelmenteirão tornar-se mais escassos e a segurança alimentar irá tornar-se uma preocupação maior no futuro, porque algumas culturas e animais não sobreviverão em partes do mundo se as condições ficarem muito quentes e secas, ou frias e húmidas.

Usando dados de satélite da NASA, os cientistas estimam uma possível queda de 30% na população global de ursos polares nos próximos 35 anos, visto que o seu principal habitat, o gelo do mar, está a diminuir.

Global warming causes and effects

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